A primeira mulher do Brasil a receber 5 estrelas no Uber

A primeira mulher do Brasil a receber 5 estrelas no Uber

A Gláucia Stocki, paranaense de Maringá, de 39 anos, alcançou nota máxima no Uber e se tornou a PRIMEIRA MULHER DO BRASIL a receber cinco estrelas no app, após 500 avaliações positivas (e consecutivas) dos passageiros. Incrível atestado de excelência técnica e no atendimento a seus clientes! Mas sabe o que é INACREDITÁVEL? Este depoimento da Gláucia: “Ouvi muitas PIADINHAS MACHISTAS, principalmente após a repercussão da minha nota. Mas não liguei e continuo não ligando. Sei do trabalho que faço, tenho 100% de certeza de que as mulheres são mais cuidadosas no trânsito e me considero, sim, a MELHOR MOTORISTA do Brasil.” Por que uma alta performance feminina tem que ser colocada em dúvida ou diminuída, em pleno 2019?

Fica a reflexão.

Nessa mesma sequência de mulheres que se destacam, veja aqui uma matéria sobre incríveis mulheres que se destacaram em 2018.

Abaixo um trecho da reportagem do blog M de mulher .

O ano está chegando ao fim e para celebrar 2018, nada melhor do que uma retrospectiva. Por isso, listamos aqui dez mulheres que marcaram de alguma forma esses 365 dias e que merecem uma boa dose de reconhecimento. Confira!

1. Maria Júlia Coutinho

Ao ter uma foto publicada na página do Facebook do Jornal Nacional, em 2015, Maju Coutinho foi atacada brutalmente com comentários racistas. A jornalista foi alvo de frases como: “só conseguiu emprego no JN por causa das cotas, preta macaca”; “a tela da minha TV está preta?”; “projeto de escapamento”.

Mas, com muita garra, a apresentadora do tempo não abaixou a cabeça e continuou a ser um nome forte de representatividade negra, principalmente neste ano. Em uma entrevista ao Correio 24 horas, Maju explicou que ela combate o racismo mostrando sua capacidade intelectual.

“Particularmente, acho que minha luta se faz através do meu exercício profissional com competência. Esta é minha melhor resposta: não deixar que ninguém impeça minha caminhada. Minha bandeira é o trabalho com competência. É mostrar do que sou capaz”, declarou.

O engajamento da jornalista no combate ao preconceito racial ficou ainda mais forte quando ela se tornou madrinha do Centro Comunitário Santa Helena, no Bairro da Paz – uma iniciativa do programa Criança Esperança.

“Este ano tenho a possibilidade de ver de perto e a alegria é muito grande, sobretudo quando percebo que essas instituições têm um papel tão decisivo na construção de uma negritude afirmada, cheia de respeito por sua ancestralidade. Vejo aqui meninas muito mais confiantes e decididas, conhecedoras das suas possibilidades e potencialidades”, pontuou.

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